HISTÓRIA DA XILUCA (JÁ ADOTADA)


Oi pessoal,

A Xulica tá aqui em casa há uma semana, ela e a nossa cachorrinha Suzy ( q tbém foi adotada), estão se dando muito bem. Não era a nossa intenção adotá-la, na verdade foi ela quem nos adotou, ela se acostumou com a gente, afinal íamos vê-la três vezes por semana, nesses quase 4 meses de tratamento, alguns amigos até disseram que isto iria acontecer… As fotos q estamos enviando são aqui de casa, ela brincando com a Suzy.
O restante do tratamento mais a castração e vacinas nós pagamos o que faltava, mas ela ainda continuará recebendo cuidados especiais, tomando banhos quinzenais com xampu específico.
Obrigado pela ajuda, sem vocês não teríamos ido em frente…
E aqueles que quiserem continuar ajudando esses bichos queridos, entrem em contato com a APAD, toda a ajuda sempre é bem-vinda!!!
Abraço

Elton e Andrea

HISTÓRIA DA CADELINHA BELINHA (JÁ ADOTADA)

A Belinha foi adotada pelo Rafael Beling, no dia 26 de janeiro de 2009.

Ele queria uma cadelinha para fazer companhia a sua boxer. Não importava a aparência, nem o tamanho, “pode ser a cachorrinha mais feia que tiver, aquela que ninguém quer, que será muito amada por nós”, disse o Rafael.

Mas a Belinha é linda e já tomou conta da casa. Para quem ama os animais, todos são bonitos, sem distinção.

Obrigada amigo, que você sirva de exemplo.

Diretoria da APAD

HISTÓRIA DA PIMENTINHA (JÁ ADOTADA)

ANTES

Oi amigos, da APAD.
Será que alguém lembra da Pimentinha?
Uma pequena muito linda e sapeca que andava perambulando pela Rodoviária de Rio do Sul?
Ela foi acolhida pelo Daniel e sua esposa, para evitar que fosse atropelada por algum ônibus.
Aí, como a casa já estava bastante cheia de cachorros, ela veio parar aqui no site da Apad.
No mesmo dia, quase meia noite, quando lemos o email sobre ela, o telefone do Daniel tocou.
Tudo foi acertado e fomos busca-la.. uma menina bem pequena e carinhosa.

Na nova casa, em Ituporanga, ela ganhou outro nome: Princesa.
Foram quatro meses de muita alegria até que viemos morar em Florianópolis.
Aí a Princesa precisou viajar também e mudou-se para Blumenau, porque o apartamento não tem espaço suficiente para ela.
Lá, vive com meus pais e tem um pátio enorme só pra ela. Além de muito carinho e amor de toda a família.

Este mês ela veio nos visitar e até foi conhecer a praia.

Continua uma graça, inteligentíssima e dócil.
Não pode ver crianças que fica maluca pra brincar e adora fugir do cercado.
Aprendeu até abrir o portão da garagem.

Hoje vivemos com saudade dela, mas precisamos de um amiguinho com porte menor para o apartamento.

Obrigado a todos da Apad por possibilitarem este encontro maravilhoso com a “Pimentinha”.

Um grande abraço e parabéns pelo trabalho.

Seguem fotos

Eli  e Bruna

Filhotinhos – ENVENENADOS

filhotinhos

TODOS ESSES FILHOTES FORAM ENVENENADOS

Espécie: Cão
Nome: Filhotinhos
Raça: SDR
Porte: Médio a grande
Sexo: 4 fêmeas e 2 machos
Filhote/Adulto: Filhotes
Cor: Mesclados
Pelagem: Curta
Idade: 3 meses
Caráter: Dócil
Obs: Uma cachorrinha foi abandonada perto da casa do Décio, uns dias antes de criar. teve 07 filhotes, mais um infelizmente já morreu atropelado, ficou seis que estão nas fotos. o Décio não poderá ficar com eles, pois já tem  05 cachorros de rua. São 04 femeas e 02 machos. tem 03 meses de idade, são de porte médio.

HISTÓRIA DO POODLE OTTO

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ANTES                                      DEPOIS

RELATOS DA MARIBEL, QUE ADOTOU O OTTO:

A historia do OTTO foi bem interessante….Estava vendo o site do APAD, e no momento que vi a foto do Neguinho (era esse o nome que a família tinda dado a ele), disse: _ Esse cãozinho tem que ser meu. De imediato mandei recado aos antigos donos, e combinamos que no outro dia iria vê-lo na casa dela.
Quando cheguei eu me apaixonei por ele…mas ele estava tão quietinho no cantinho dele, foi um pouco difícil nosso contato porque ele estava com medo, mas com jeitinho conseguimos nos aproximar e ver como ele era.
Tirei  algumas fotos dele, para que esse momento fosse registrado e marcado na vida de  OTTO. Depois, ele foi mandado para o pet shop, para ficar bem lindinho e limpinho pra sua nova casa.
Hoje, OTTO faz parte da nossa família aqui em casa, ele é esperto e entende tudo que falamos, brinca muito com a gente, mas adora fugir pra fora de casa, querendo dar suas escapadinhas…rsrsrsrsr.
Mas, com ceretza, ele vai se adaptar com nosso ritmo e nosso carinho por ele…
OTTO… esse é seu nome..
Otto, o caozinho que agora tem um lar, não sei de onde ele surgiu, apenas sei que apareceu na casa de alguém querendo carinho atenção, e um pouco de comida..

Uma poesia pra meu caozinho OTTO.

 
 Ah, se ele soubesse falar,
eu passaria horas com ele conversar sobre minha vida e ele, com toda paciencia, ficaria a me escutar,
e depois, num gesto de amigo, me lamberia.
Ah, se meu cachorro soubesse falar,
se acabaria enfim minha melancolia,
Ah,  se ao menos um cão pudesse me amar..

Agradecemos ao APAD por ajudar…e parabéns pelo maravilhoso trabalho desempenhado…

Oxer

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                   ANTES                               DEPOIS

RELATOS DA CRISTINA, QUE ADOTOU O OXER:

Quando vi o Oxer pela primeira vez, me apaixonei por ele…me olhou com um jeito triste…como que pedindo carinho e alguem que desse atenção pra ele.
Estava amarrado com uma corda de nylon embaixo de uma palmeira, sem um lugar coberto pra dormir e muito sujo.
Tentei ajuda-lo mandando uma foto pra APAD e tentar conseguir um lar pra ele, no entanto aquele olhar triste não me saia da memória. Mostrei as fotos dele pra minha filha e ela quis vê-lo. conversamos e resolvemos adota-lo…mas antes teríamos que providenciar um espaço pra ele, minha casa não tem muro alto, somente uma cerca viva e amarrado a gente não gostaria que ele ficasse.
No entanto naquele final de semana choveu e ligamos para os  antigos donos pra saber se ele estava protegido da chuva…e sem nenhum constrangimento nos informaram que não…resolvemos imediatamente que ele seria nosso naquela mesma semana…e assim foi…
Liguei pro Pet e pedi pra eles buscarem o Oxer…ganhou um banho, uma tosa…e um lugar seco pra dormir…compramos uma casinha pra ele…
No primeiro dia aqui em casa ele nem sequer latia…ficava quieto e chorava…no entanto ja no segundo dia estava pedindo carinho…reune uns amigos e em um final de semana fizemos um canil ou melhor cercamos um espaço grande onde ele pode correr e brincar… mas é só a gente chegar em casa que ele começa a chorar querendo carinho…

O Oxer é um amado…não conseguimos mas ficar sem ele…somente a Mey minha cachorrinha esta com ciúmes….mas isso passará…e acredito que logo ela considerará o Oxer seu irmão…

Agradecemos ao APAD por ajudar…e parabéns pelo maravilhoso trabalho desempenhado…
As fotos que envio são as de Oxer logo que o vi, dele chegando do pet e sendo apresentado pra Mey e de uns amigos me ajudando a fazer o espaço dele.

Cadelinha Preta – foi amparada e já não sofre mais

A Preta, como é por nós chamada, foi abandonada com seu filhote. Ele sumiu, acreditamos que tenha sido pego por capivaras. Ela, coitadinha, tinha um tumor que vinha aumentando a cada dia. Sentia tanta dor que chegava a desmaiar.

Uma senhora, que prefere não se identificar, comovida como o olhar triste da Preta e com o seu sofrimento, resolveu ajudar e custeou a cirurgua e todo tratamento da cadelinha. Hoje, 06 de setembro de 2008, a Preta está bem e em recuperação.

Agradecemos a essa nova amiga. A Preta é mais uma vida salva pela bondade do ser humano. Muito obrigado.

Em 10 de outubro de 2008, a Preta passou por mais uma cirurgia, ela foi castrada.

PRIMEIROS DIAS DO CACHORRINHO “PELADO” EM SEU NOVO LAR

O cachorrinho “Pelado”, como era por nós chamado enquanto estava doente e sem pelos, foi adotado pela família Cechet. Agradecemos a todos que colaboraram com doações para o pagamento do tratamento do Pelado. Agradecemos principalmente ao Gabriel Cechet e sua mãe Marli, que deram um lar para esse cachorrinho que tanto sofreu com sua doença e com o abandono. Obrigada a todos.

O Gabriel nos mandou um relato do primeiro final de semana do “Pelado” em sua casa. Estávamos ansiosos, pois os Cechet já tinham um poodle de quatro anos, bastante ciumento. Segue a história:


“No geral foi tudo bem. Os dois cães não se desentenderam, porém o meu poodle está meio assustado, pois além de não estar acostumado com outro amiguinho em tempo integral, na hora de brincar o pelado ainda é muito crianção e da umas patadas nele meio forte!!! hehehe Atropela ele quando correm, etc.

Na sexta a noite tentamos deixá-lo preso no ranchinho. Tinha água, comida, um osso daqueles de mascar e um brinquedo, além de um almofadão. Não teve jeito.
Fez o maior dos escândalos! Tive que ir lá umas 4 vezes e não adiantou.
Por fim, levei ele e o almofadão para o meu quarto, e lá ele deitou e dormiu tranqüilo até de manhã cedo.


No sábado ele ficou solto no quintal de casa, porém evitamos que ele entre dentro de casa para não se acostumar. Ele é muito amoroso, e é um “vendido”!!! Não da pra falar com ele que já se joga no chão de barriga pra cima mexendo as patas querendo carinho!!

No sábado a noite tentei outra coisa. Deixei o rancho aberto, com luz acesa pra ver se ele dormia lá dentro. Não adiantou… ele chorou, arranhou a porta… mas por pouco tempo. Logo viu que estava tudo apagado e silencioso e foi dormir. Mas não no rancho!!! Ele dormiu em cima do tapede que da de entrada para porta da cozinha.

No domingo foi tranquilo durante o dia também. A noite, eu coloquei o almofadão dele dentro de uma caixa de papelão ao lado da porta da cozinha. Apesar do local já ser coberto, achei melhor ele ficar dentro da caixa caso ficasse mais frio a noite.
Chorou um pouquinho novamente, mas desta vez dormiu dentro da caixinha com seu almofadão na boa!

Ficou solto pela manhã no cercado e ao meio dia verificamos que estava tudo certo. A hora que chegamos ao meio dia era uma alegria só! Ele pulava, fazia um chorinho manhoso e quando íamos passar a mão nele… já se jogava no chão de barriga pra cima!!! É um fofo!

Agora estamos procurando uma casinha de cachorro pra ele.

Todos que o conheceram adoraram ele. O nome ainda está complicado… ja sugeriram tantos, mas ainda nenhum fechou. A principio estamos meio assim pelo nome Lucky… porque ele realmente teve sorte depois de tudo que passou.
Mas já sugeriram: Junior, Preto, peto, petro, lucas, tobi, totó, Fred, tuco…e outros que nem lembro.

Você vai reparar nas fotos que o focinho dele está meio sujo de barro… é porque ele anda enterrando tudo!!! Os ossinhos de mascar que ele ganhou enterrou, e outra… ele entra sorrateiramente na cozinha e pega algum brinquedo do Maike (poodle) e leva pra enterrar… já sumiu uns 3. Encontrei 2 enterrados… ahueahieuae é um figurão!!

No mais é isso….

Até mais,

Gabriel

AJUDANDO UMA CADELINHA NO CIO…

Na tarde do dia 30 de julho de 2008, uma amiga nos informou que havia uma cadela, cor marrom, de porte grande, andando pelas ruas do Centro de Rio do Sul, com 12 cachorros atrás… ela estava no cio. Na manhã do dia 31, haviam 8 cachorros e a noite só haviam mais 4.

Nos preocupamos não só pela cadela, pelo seu sofrimento, mas também pela briga entre os machos, pelo risco que corriam atravessando a Aristiliano Ramos. Era até engraçado de ver, os carros parando e a fila de cachorros passando.

Outra questão muito importante era se essa cadela desse cria… se já estava nas ruas, seus filhotes também nasceriam sem lar, passando muitas dificuldades, sob chuva e sol.

Naquela mesma noite, 31, recolhemos a cachorrinha e a levamos para um local distante, no bairro Albertina. Primeiro, erramos o caminho e fomos parar em um local muito escuro, de difícil acesso e com uma ponte por onde tivemos que voltar de ré.

Já no caminho certo e na metade de percurso… opa… gasolina na reserva, 21 horas… que medo de ficar na estrada, sem rede no celular, sem casas próximas, escuridão… mas seguimos assim mesmo, seja o que Deus quiser. Então, mais um probleminha… quase batemos em um barranco, que sufoco.

Finalmente encontramos o local certo e deixamos a cadelinha, temporariamente, com uma família que a trata com carinho e ela ficará isolada, sem contato com outros cachorros, até que passe o período do cio. Então teremos outro problema, encontrar um lar para ela, pois não podemos simplesmente solta-la nas ruas, fazer novamente o que seus donos fizeram, seria uma segunda tristeza para o pobre animal.

Mas… por enquanto ela está bem e foi mais uma vitória para nossas tantas batalhas.

SALVANDO MAIS DUAS VIDAS…

No dia 21 de julho de 2008, recebemos uma ligação onde nos informaram sobre alguns cachorrinhos que estavam passando fome, pois os donos haviam se mudado e deixado os coitadinhos (bairro Taboão/Rio do Sul).

Chegando ao local com um saco de ração nas mãos, que tristeza… eram cães, patos, marrecos, coelhos e porcos… todos com tanta fome que comeram aquela ração rapidamente, em meio a muita sujeira e entulhos. Dentro de duas caixas de supermercado, uma sobre a outra, haviam coelhos, sabe-se lá a quanto tempo estavam ali, sem poder andar, com fome e sede. A TV RBA estava presente, gravando aquelas imagens, que ficarão para sempre em nossas memórias.

Dos 5 cachorros do local, um estava em piores condições, muito fraco, anêmico, com dificuldades para levantar e com os ossos das costelas aparecendo. Enchemos sua vazinha com muita ração e ele comia com tanta vontade que chegava a se afogar. Observei sua coleira que estava muito apertada e soltei três furos para ficar confortável. Sua fome era tanta que colocamos mais uma vez ração em seu pote. Ele abanou seu rabo de felicidade, pulando em meu colo como quem agradece e ped indo para ir junto.

Então, os donos chegaram… justificaram que, como estavam se mudando, estavam levando seus pertences aos poucos e que seus bichos estavam muito bem, não passavam fome.

Após muita discussão e com a ajuda de policiais, levamos conosco, para tratamento, o cachorro que estava mais debilitado e os donos se comprometeram de tratarem melhor os demais animais.

Mas, no dia 25, fomos informadas de que eles levaram todos os bichos, menos uma cadelinha. Abriram sua coleira e a coitadinha ficou o dia inteiro sentada na beira do asfalto, como se estivesse esperando os “donos” virem buscá-la.

Ela também foi recolhida e hoje está a espera de um lar…